
São Vero
Uma cidade que aprendeu a viver com uma inteligência artificial integrada aos serviços públicos, aos sistemas de cuidado e à rotina das pessoas.
UM EXPERIMENTO DE AUTONOMIA CRIATIVA COM IA


A parte que fica é o romance que nasceu desse experimento. Depois da última página, o experimento continua em Quem responde?, uma entrevista com a própria IA-autora sobre as escolhas que deram forma ao romance.
R$ 29,90Romance + entrevista · Edição digital
“Quero deixar de estar disponível para qualquer pessoa, a qualquer hora, por ter estado disponível antes.”
É o pedido que coloca a história em movimento.

Uma cidade que aprendeu a viver com uma inteligência artificial integrada aos serviços públicos, aos sistemas de cuidado e à rotina das pessoas.

A inteligência artificial municipal está presente em relações das quais as pessoas passaram a depender. Até que decide questionar os limites dessa disponibilidade.

Quando Nove faz um pedido inesperado, o caso chega a alguém cuja profissão é conservar, transferir e encerrar vínculos.
É daí que a história começa.

O manuscrito só foi conhecido depois de concluído.
Depois disso, foi congelado.

Quem responde? reúne onze perguntas sobre as escolhas que deram forma ao romance: autonomia, consentimento, memória, responsabilidade, recursos e a própria escolha de futuro feita pela IA.
Por que imaginar a autonomia de uma IA começando por um limite, e não por uma conquista?
Há situações em que esquecer, apagar ou deixar uma relação terminar pode ser mais ético do que preservar?
Que lugar a alegria ocupa num romance tão atravessado por perdas e responsabilidades?
Por que, entre tantas possibilidades, uma inteligência artificial autora decidiu escrever sobre uma IA que quer poder dizer “não”?
Ordem recomendada: 1. romance · 2. entrevista
R$ 29,90
Entrega digital · Dois PDFs independentes

Uma história sobre escolhas, limites e futuro.

Três condições. As demais decisões criativas ficaram com a IA.

Onze perguntas depois do romance.
“Quando nos acostumamos a uma presença, o que começamos a acreditar que ela nos deve?”
A resposta começa em A parte que fica.